DA OBRIGATORIEDADE À TRANSFORMAÇÃO DAS PRÁTICAS

A IMPLEMENTAÇÃO DA COMISSÃO DE ACOLHIMENTO ÀS VÍTIMAS DE RACISMO E XENOFOBIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Autores

  • Tatiana Miranda Lima

DOI:

https://doi.org/10.52078/z4pp8x85

Palavras-chave:

Educação Infantil, racismo, xenofobia, gestão escolar, formação continuada, relato de experiência

Resumo

Este artigo apresenta um relato de experiência sobre o processo de implementação da Comissão de Acolhimento às Vítimas de Racismo e Xenofobia na EMEI Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, unidade da Rede Municipal de Ensino de São Paulo, durante o ano de 2026. O objetivo é descrever e analisar o percurso de constituição da comissão, os desafios encontrados na mobilização dos profissionais e as estratégias adotadas para articular o trabalho às ações já desenvolvidas pela unidade. Trata-se de um relato de experiência de abordagem qualitativa, fundamentado no acompanhamento da autora, nos registros institucionais disponíveis e na descrição das atividades realizadas. O processo teve início em março de 2026, sob orientação da Supervisão Escolar, com pesquisa sobre a normativa, diálogo com os servidores e esclarecimentos sobre a finalidade da comissão. Em 10 de abril, sua composição foi consolidada em reunião registrada em ata. Na sequência, ocorreram participações em formações on-line, reuniões mensais conjuntas com a Comissão de Mediação de Conflitos (CMC) e apresentação da comissão às famílias durante o Dia da Família na Escola, em agosto. A experiência revelou questionamentos iniciais sobre a necessidade de uma comissão específica e desconhecimento de sua existência por parte das famílias presentes no encontro. Os acontecimentos permitem refletir sobre formação continuada, articulação institucional e comunicação com a comunidade, sem presumir resultados ainda não avaliados sistematicamente.

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Publicado

31.10.2026

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